Perdido en la traducción
Um dia, subindo a estrada que vai a Masaya (que, aliás é quase uma avenida, já que as cidades estão quase conurbadas), tinha uma placa dizendo "Parque de los no-videntes". Aí que eu achei extremamente de vanguarda isso, o parque dos não-videntes, as não mães-dinás, sei lá, uma congregação de céticos, de anti-oráculos, coisa de peça do Vertigem, não sei. Achei fantástico, fiquei curioso, e quando passamos pela segunda vez pelo lugar, eu perguntei pro Carlos se não seria legal a gente procurar alguma agenda dos Não-Videntes, pra ver se era um grupo de artistas, se não era mais uma dessas congregações tipo gnose e congêneres, enfim, sei lá. E o Carlos, "Hugo, é o parque dos cegos, olha a associação aí do lado".

5 comentários:
Por que tomar o caminho mais óbvio se o outro pode ser bem mais divertido? (blé, que comentário besta). beijão!
hola amigo, que bom que está em missão em nicarágua agora. cada vez que muda tens que levar os livros e toda mudança? quando volta?
beijos, Maria
Hola, Maria! Cada vez que mudo tenho que levar toda a mudança, até que um dia consiga comprar uma casa no Brasil. Os livros foram muito maltratados pela Cosmopolitan, que encaixotou de qualquer jeito. Dá dó. Mas fazer o quê, né.
Em princípio, vim à Nicarágua em missão transitória por um ano, que pode ser esticada pra dois. Daqui vou direto pro próximo, que não sei qual é, mas será provavelmente na Europa ou América do Norte ou então na Argentina.
Essa foi otima!
Hehehe... (não, não... é mais que isso) HAHAHAHAHAHA!!
Postar um comentário